Violência não é só física: conheça 10 tipos de violência

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para enfrentar a violência contra a mulher. Além disso, a norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero. Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos. Essas leis representam avanços significativos na proteção dos direitos das mulheres e no combate à violência de gênero no Brasil.

No entanto, o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro. A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher.

Confira as leis:

Humilhar, xingar e diminuir a autoestima

Essas formas de violência emocional, como humilhação, desvalorização moral ou controle das crenças da mulher, são aspectos preocupantes que podem afetar profundamente a autoestima e o bem-estar psicológico da vítima. O ato de diminuir a liberdade de escolha e de crença de uma pessoa é uma forma sutil, mas impactante, de violência psicológica, podendo gerar sentimentos de insegurança, ansiedade e até mesmo dúvidas sobre a própria identidade.

Fazer a mulher achar que está ficando louca

Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Trata-se de uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade. Essa manipulação psicológica pode levar a pessoa a duvidar de si mesma, gerando confusão mental e afetando negativamente sua saúde emocional.

Controlar e oprimir a mulher

Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail. Essa atitude de controle constante representa uma forma de violência psicológica que visa subjugar a liberdade e autonomia da mulher, afetando sua saúde mental e emocional.

Expor a vida íntima

Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança. Esse tipo de exposição viola a privacidade e a dignidade da mulher, causando danos emocionais e psicológicos profundos.

Atirar objetos, sacudir e apertar os braços

Nem toda violência física é o espancamento. Essas formas de agressão física, mesmo que não resultem em lesões graves, ainda constituem violência e podem ter impactos significativos na vítima.

Forçar atos sexuais desconfortáveis

Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Adicionalmente, obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência. Essa imposição de práticas sexuais pode ser traumática e afetar profundamente a saúde mental e emocional da vítima.Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar

O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Esse tipo de ação controladora pode ter sérios impactos na saúde reprodutiva e na autonomia da mulher.

Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso, violando seus direitos reprodutivos e sua autonomia.

Controlar o dinheiro ou reter documentos

Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial. Essa manipulação financeira visa subjugar a mulher e limitar sua independência econômica, o que pode ter sérios impactos em sua vida e bem-estar.

Quebrar objetos da mulher

Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste. Essa ação vai além do dano material, pois também afeta emocionalmente a vítima, desrespeitando sua propriedade e privacidade. É importante reconhecer essas formas diversas de violência e promover a conscientização para prevenir e combater esses abusos.

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