Sexo anal demanda cuidados com a higiene

Sem pressa, casal pode descobrir e curtir a prática com prazer e segurança.

“Sou casada há 20 anos e queremos inovar na nossa vida sexual. Gostaria de experimentar o sexo anal, mas já ouvi histórias estranhas a respeito. Devo tomar algum cuidado em termos de saúde e higiene?”

Existem mitos e preconceitos a respeito do sexo anal que, geralmente, são formados a partir de valores morais e religiosos. No entanto, a ideia de cometer uma prática imoral ou um pecado impede algumas pessoas de experimentar. Por outro lado, há outras pessoas que entendem o sexo anal como uma diversificação na transa, uma forma de explorar novas sensações e intensificar a intimidade.

 

Sexo anal e camisinha

A camisinha é uma aliada do sexo anal: afinal ela facilita a higiene e deixa a transa mais segura para o casal O receio costuma estar ligado à ideia de que a prática provoca hemorroidas, câncer e incontinência fecal, pontos ainda em discussão por especialistas, e ao medo de sentir dor.

De fato, nem todo mundo sente prazer com o sexo anal e isso deve ser respeitado entre os pares. Submeter-se porque é a tara do parceiro não é saudável para o casal. Cedo ou tarde isso se torna um ponto de conflito na relação ou leva à disfunção sexual do desejo feminino. A prática sexual só é boa se oferecer prazer para os dois.

 

Como deve iniciar o sexo anal?

A iniciação ao sexo anal deve ser gradativa e sem pressa de colocar todo o pênis numa única transa. Nessas horas usar um lubrificante anal pode facilitar consideravelmente a brincadeira. Dessa forma, evita incômodos, dores ou o risco de acabar de repente com uma brincadeira que só começou. Quanto mais segurança se tem na prática, maior é a possibilidade de sentir prazer.

Quanto aos cuidados de higiene, quatro passos são importantes para evitar riscos à saúde:

  1. Evacuar antes previne que as fezes surjam durante a prática e evita uma situação constrangedora.
  2.  Não passar do coito anal para o vaginal sem antes higienizar o pênis ou trocar a camisinha, para não infectar a vagina com bactérias. O mesmo risco ocorre no contato da língua ou dos lábios no ânus. 
  3.  Higienizar bem o local com água e sabonete após o sexo anal. Ele deve urinar após a transa, para limpar a uretra, e lavar o pênis.
  4.  Usar a camisinha. Ela é uma boa aliada para evitar maior atrito, a contaminação do pênis por bactérias da flora intestinal e as doenças sexualmente transmissíveis.

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